O jogo não foi aquilo que todos esperavam, ou seja, o Barcelona passando por cima do Internacional. Foi um primeiro tempo bastante equilibrado, com marcação dura do colorado - principalmente na frente da áarea, congestionada - e pouca inspiração espanhola. Quando Ronaldinho se movimentava e abria espaço nas costas do Ceará, que o acompanhou em boa parte do gramado, o Gio Van Bronckhorst tinha liberdade para atacar pela esquerda.
Porém, quem mais vai à frente é o lateral direito Zambrotta, complicando a saída de Rubens Cardoso. Deco apareceu pouco no jogo, assim como o Iniesta. Ronaldinho, quando marcado, não conseguiu fazer muita coisa, mas abriu muito espaço, como já disse, aos seus companheiro. No entanto, o Giuly apareceu mais.
Pelo lado do Inter, a melhor opção foi os avanços pela esquerda do Rubens Cardoso, que, no entanto, abrem espaços atrás por falta de cobertura e pelo retorno lento do lateral. Fernadão e Pato, sumidos no jogo, dificultam as jogadas ofensivas, principalmente pelo capitão, que insiste em lançar bolas altas, para rebote da defesa barcelonista.
Quando Iarley, o melhor do Inter no primeiro tempo, pegou na bola e partiu pra cima, trouxe melhores resultados. Precisa o Alex encostar mais e os jogadores do ataque abrirem pros lados do campo, dando opção de troca de passes e de criação das jogadas. Se afunilar o jogo, não vai sair nada, a não ser numa catástrofe. A marcação deve subir um pouco mais e o time precisa ter mais a posse da bola, para ver o melhor momento para atacar e não correr tanto atrás do Barça como o Inter fez na primeira etapa.
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