Dos jogos da quinta-feira, duas definições euma incerteza. Enquanto o Libertad venceu o Paraná, em Curitiba, por 2 x 1, e o Deportivo Cúcuta goleou o Toluca por 5 x 1 na Colômbia, praticamente classificando os dois ganhadores, o Nacional venceu o Necaxa, em Montevidéu, por 3 x 2 e deixou em aberto a vaga para a próxima fase.
O Paraná padeceu de ser novato na Libertadores e não soube segurar o resultado, tomando uma virada dos paraguaios que, mais experientes, souberam conduzier a partida, atacaram na hora que tomaram o gol e controlaram o jogo após o 2 x 1. O time de Zetti precisará meter dois gols de diferença pra classificar. Quase impossível. O Paraná fez muito, apesar de ter cumprido a obrigação de passar por um grupo fraquíssimo, em que o líder foi um Flamengo que não convence ninguém e tambéme stá praticamente fora da competição.
O Cúcuta massacrou o Toluca. Não vi a partida, mas pelo que andei lendo, o Cúcuta continuou com o bom futebol e aprofundou a boa campanha, conquistando a terceira vitória seguida na Libertadores. O Toluca precisará meter 4 x 0 ou, se tomar um gol, no mínimo cinco gols, pra se classificar. A vaga já é colombiana, um time que pode causar furor e ir longe na competição, apesar de eu crer que o seu debút pode prejudicar numa fase mais aguda.
Já o Nacional aproveitou as seguidas falhas da defesa mexicana e coqnuistou uma importante vitória. Empurrado pela torcida, os ruguaios foram pra cima, conseguiram gols, mas tomaram contra-ataques mortais, pelo Necaxa guiado pelo atacante brasileiro Kléber, que está numa temporada ótima pelo clube do México. O problema do Nacional foi ter tomado dois gols. Uma vitória simples do Necaxa por 1 x 0 ou 2 x 1 garante a equipe nas quartas de final. Um empate leva os uruguaios adiante. os mexicanos são perigosos e podem levar a vaga. O que salva o Nacional é sua tradição, que pode fazer a diferença, mas não deve ser a única. Vai precisar de bola também. E muita.
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